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Referências

DSMIG-USA. Regressão em pessoas com síndrome de Down: atualização do consenso para famílias. DSMIG-USA, 2024. 

SANTORO, Jonathan D. et al. Assessment and Diagnosis of Down Syndrome Regression Disorder: International Expert Consensus. Frontiers in Neurology, v. 13, 2022.

ROSSO, Megan et al. Down Syndrome Disintegrative Disorder: A Clinical Regression Syndrome of Increasing Importance. Pediatrics, v. 145, n. 6, 2020.

Acesse os artigos completos: https://drive.google.com/file/d/1ogyLevRNDoxx4e-VSKIvM0qffSZ0cE5I/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1-syvfCcyiLND8yAQ_Z-8b_wy99y2Hp8W/view?

usp=sharing https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32471843/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32471843

Respostas de 9

  1. Precisamos falar mais sobre regressão em pessoas com síndrome de Down (T21), principalmente para que famílias e profissionais consigam identificar sinais precocemente e buscar apoio adequado.

    1. É necessário compartilhar mais informações sobre a regressão com amigos e familiares , para ampliar e fortalecer as redes de apoio.
      Isso pode contribuir para o reconhecimento precoce dos sinais.

  2. Um tema sensível e muito necessário. A informação é o primeiro passo para o cuidado e a inclusão de fato. Parabéns pela publicação!

  3. É um assunto impactante, pois lidar com uma perda de habilidades adquiridas é como ver cair uma casa construída e conquistada com esforço, tendo que ter mais ânimo para reedificar ou resignificar a existência da vida na Terra.
    Por isso é necessário prestar muita atenção aos sinais de desenvolvimento ou regressão de portadores de Sindrome de Down, manter um olhar observador e ou testes de aprimoramento do aprendizado das crianças, adolescentes e jovens de modo cotidiano, será muito melhor a identificação no inicio de qualquer possibilidade de regressão, assim oferecendo rápida e eficiente assistência.
    Eu também acredito que uma das causas que pode influenciar nessa mudança sejam questões hormonais, o inicio ou o fim da manifestação do ciclo menstrual nas mulheres e talvez algum processo parecido na biologia masculina, ou até mesmo quando ambos os sexos se apaixonam e decidem se relacionar amorosamente com alguém, essa química emocional pode alterar o funcionamento neurológico.
    Então a busca e divulgação da informação e capacitação dos profissionais e familiares apontam para uma sociedade mais preparada e equitativa para todos os cidadãos do território, moldando um modelo social de garantia de efetivo cuidado através das políticas públicas existentes ou ampliação do entendimento dos pormenores dos textos legislativos do Estado.

  4. Seu artigo ficou extremamente necessário e sensível. Você conseguiu abordar um tema tão complexo com muita clareza, responsabilidade e empatia, trazendo informação de qualidade para famílias e profissionais que muitas vezes passam por isso sem entender o que está acontecendo. Achei muito importante a forma como você reforçou a necessidade do diagnóstico multidisciplinar e do olhar humanizado para pessoas com T21, sem cair em generalizações ou julgamentos. Além de informativo, o texto também acolhe quem vive essa realidade. Parabéns pela pesquisa, pela escrita e por levantar um debate tão importante e ainda pouco falado no Brasil.

  5. O texto é exato e conclusivo, Acredito que o tema poderia ter mais amplitude e aderência da Rede Municipal de Saúde, as instituições de ensino, as Faculdades, poderiam se aprofundar no tratamento em questão.

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